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MPS, MRP e CRP: como as camadas do planejamento se conectam

Do plano mestre à necessidade de componentes e à verificação de capacidade, sem confundir o papel de cada ferramenta.

Três siglas, três perguntas

MPSPlano que define quais itens finais devem ser concluídos, em que quantidade e em qual período., MRPCálculo de necessidades de materiais a partir do plano, da estrutura do produto, dos estoques e dos prazos. e CRPCálculo que transforma ordens planejadas em necessidade de capacidade nos centros de trabalho. são frequentemente tratados como módulos isolados. Na verdade, formam uma conversa. O Programa Mestre de ProduçãoPlano que define quais itens finais devem ser concluídos, em que quantidade e em qual período. define itens finais e quantidades por período. O MRPCálculo de necessidades de materiais a partir do plano, da estrutura do produto, dos estoques e dos prazos. explode essas quantidades pela estrutura do produto e calcula necessidades líquidas. O CRPCálculo que transforma ordens planejadas em necessidade de capacidade nos centros de trabalho. transforma as ordens planejadas em carga sobre centros de trabalho.

A sequência lógica é simples: o que pretendemos terminar? O que será necessário comprar ou fabricar? Há capacidade para executar? Se a resposta final for não, o plano precisa voltar e mudar.

MPSPlano que define quais itens finais devem ser concluídos, em que quantidade e em qual período.: a promessa industrial em forma de plano

O MPSPlano que define quais itens finais devem ser concluídos, em que quantidade e em qual período. trabalha no nível de itens finais ou itens mestres. Ele combina pedidos, previsão, estoque e políticas para dizer quanto deve estar concluído em cada período. Um MPSPlano que define quais itens finais devem ser concluídos, em que quantidade e em qual período. excessivamente otimista apenas transfere conflito para materiais e capacidade.

FirmezaProteção aplicada a operações ou períodos que não devem ser alterados livremente durante o replanejamento. é importante: períodos próximos não devem mudar sem critério, pois compras e chão já assumiram compromissos. Períodos distantes admitem maior flexibilidade.

MRPCálculo de necessidades de materiais a partir do plano, da estrutura do produto, dos estoques e dos prazos.: demanda dependente no tempo

Para cada item do MPSPlano que define quais itens finais devem ser concluídos, em que quantidade e em qual período., o MRPCálculo de necessidades de materiais a partir do plano, da estrutura do produto, dos estoques e dos prazos. percorre a BOMEstrutura que lista os componentes e as quantidades necessárias para fabricar um produto., calcula necessidade bruta, desconta estoque e recebimentos, aplica lote e desloca a liberação pelo lead timeTempo total entre o início e o fim de um processo, incluindo execução, filas, esperas e movimentações.. O resultado são ordens planejadas de compra e fabricação.

Necessidade líquida = necessidade bruta − estoque disponível − recebimentos programados + estoque de segurançaQuantidade adicional mantida para proteger o atendimento contra variações de demanda ou reposição.

O cálculo depende de cadastro correto, saldo confiável e lead times coerentes. Se uma estrutura usa duas unidades e o cadastro informa uma, o erro se multiplica por toda a carteira.

CRPCálculo que transforma ordens planejadas em necessidade de capacidade nos centros de trabalho.: transformar ordens em horas de recurso

O CRPCálculo que transforma ordens planejadas em necessidade de capacidade nos centros de trabalho. usa roteirosSequência de operações e recursos necessária para fabricar um item., tempos e quantidades para calcular a carga dos centros de trabalho. Ele revela que o plano de materiais pode ser impossível do ponto de vista de máquina ou mão de obra.

Em abordagens aproximadas, a carga aparece por semana. Na programação finita, operações são posicionadas no calendário detalhado. As duas visões são úteis em horizontes diferentes.

O ciclo de realimentação

Se o CRPCálculo que transforma ordens planejadas em necessidade de capacidade nos centros de trabalho. mostra sobrecarga, há alternativas: antecipar, postergar, usar recurso alternativoMáquina ou recurso diferente que está habilitado a executar a mesma operação., alterar lote, terceirizar, adicionar turno ou revisar o MPSPlano que define quais itens finais devem ser concluídos, em que quantidade e em qual período.. A escolha deve preservar material e prazo. Resolver uma dimensão isolada costuma criar problema em outra.

O zPCP entra principalmente na conexão entre ordens, capacidade detalhada, materiais e execução. Ele lê o ERPSistema de gestão que integra registros como pedidos, compras, estoque, custos e ordens de produção., onde vivem MPSPlano que define quais itens finais devem ser concluídos, em que quantidade e em qual período., BOMEstrutura que lista os componentes e as quantidades necessárias para fabricar um produto., estoques e ordens, e transforma esses dados em uma sequência operacional.

Exemplo integrado

Uma empresa planeja concluir 100 conjuntos na semana 4. O MRPCálculo de necessidades de materiais a partir do plano, da estrutura do produto, dos estoques e dos prazos. identifica 200 componentes usinados e 100 comprados, desconta saldos e sugere liberações. O CRPCálculo que transforma ordens planejadas em necessidade de capacidade nos centros de trabalho. mostra que a usinagem exigiria 70 horas em um recurso com 50 disponíveis. O plano materialmente correto é incapaz.

As alternativas voltam ao MPSPlano que define quais itens finais devem ser concluídos, em que quantidade e em qual período.: antecipar parte, dividir em recurso alternativoMáquina ou recurso diferente que está habilitado a executar a mesma operação., terceirizar ou negociar quantidade e data. Só depois da revisão as ordens devem se tornar firmes. O exemplo mostra por que executar MRPCálculo de necessidades de materiais a partir do plano, da estrutura do produto, dos estoques e dos prazos. sem capacidade cria mensagens que a fábrica não consegue cumprir.

Responsabilidade dos dados

Engenharia mantém estrutura e roteiroSequência de operações e recursos necessária para fabricar um item.; compras mantém prazos e lotes; produção valida tempos; PCPFunção que coordena demanda, materiais, capacidade, sequência, execução e controle da produção. governa calendários e prioridades. O sistema integra, mas não substitui responsabilidade. Indicadores de qualidade do cadastro devem acompanhar a implantação para que o plano melhore com o uso.

Aplicação no produto

Como isso se aplica no zPCP

O zPCP recebe do ERPSistema de gestão que integra registros como pedidos, compras, estoque, custos e ordens de produção. as ordens e necessidades originadas no planejamento e executa a verificação detalhada de capacidade e material. O GanttVisualização em barras que mostra quando cada operação ocupa um recurso ao longo do tempo. traduz o plano periódico em operações posicionadas no calendário.

Quando a carga não cabe, o conflito volta como informação para revisar MPSPlano que define quais itens finais devem ser concluídos, em que quantidade e em qual período., turno, recurso ou data. O produto fecha a lacuna entre cálculo de necessidade e execução possível.

Resultado buscado: uma decisão mais cedo, explicável e conectada ao que a fábrica realmente consegue executar.