Como o zCRM compara o preço de cada cliente com a mediana de quem compra o mesmo produto e mostra, em reais por mês, quanto está ficando na mesa.
Reajuste de tabela é sempre a mesma cena: sobe para quem reclama menos, escorrega para quem grita mais. Três anos depois, o mapa de preços da carteira é um queijo suíço — e ninguém sabe onde estão os buracos.
A Cerâmica Valério comprava Ácido Bórico a R$ 6,49 o quilo. A mediana dos clientes que compram o mesmo produto, no mesmo período: R$ 7,65. Ou seja: a Valério pagava 85% do preço da base — e comprava volume todo mês. Não era negociação recente, não era contrato: era um desconto de 2019 que ninguém nunca revisitou.
Multiplicado pelo volume mensal, o "descontinho" custava mais de R$ 2.000 por mês. Num item só. De um cliente só.
Comparar com a base, não com a tabela
O zCRM não compara o preço do cliente com a tabela cheia — compara com o que os outros clientes realmente pagam pelo mesmo produto, na mesma janela. É a mediana de quem compra de verdade, calculada toda noite a partir das notas fiscais do ERP.
Essa escolha tem uma consequência importante: a comparação relativa é imune a câmbio, safra e reajuste de fornecedor. Se a matéria-prima dobrou e a tabela inteira subiu, a mediana subiu junto — quem continuar a 54% da base continua aparecendo, e quem está alinhado não vira alerta falso.
Commodity volátil tem régua própria
Tem produto cujo preço varia por natureza — spot, safra, dólar do dia. Para esses, o zCRM mede a dispersão da própria base e dobra a folga antes de alertar: um cliente a 88% da mediana num produto volátil é ruído; a 70%, é conversa de reajuste. Quem decide a régua é o comportamento real do produto, não um número mágico igual para tudo.
"Está barato" é diferente de "está ficando para trás"
Além da foto, o filme: o zCRM compara a posição do cliente na janela atual com a janela anterior. Cliente que estava a 92% da base e agora está a 84% está ficando para trás — o mercado reajustou e ele não acompanhou. A seta de tendência aparece antes de o caso virar crônico, que é exatamente quando a conversa ainda é fácil.
E para quem enxerga custo, o mesmo motor acende margem em queda: produto cuja margem cai por trimestres consecutivos ganha um selo vermelho na visão 360 — com a série trimestral no tooltip, sem números escondidos.
Transparência do critério
No painel, cada linha mostra o preço do cliente, a mediana da base, a posição (%), o faturamento mensal daquele item e o quanto fica na mesa por mês. As linhas destacadas em amarelo não são mistério: são os casos fortes — posição muito abaixo da base E volume relevante. O vendedor sabe exatamente por que aquela linha acendeu, e o gestor pode ajustar os limiares nas preferências do sistema.
Onde aparece
- Faturamento → Preços fora da curva: o painel completo, do maior dinheiro na mesa para o menor;
- Visão 360 → Produtos: badge por produto ("paga 85% da base"), com tendência;
- Prioridades do dia: os casos fortes viram item de rotina, junto com as quebras de ritmo.
Nenhuma planilha de pricing, nenhum projeto de consultoria: as notas que o seu ERP já emite, lidas do jeito certo, toda noite.
Reajuste linear é preguiça; reajuste cirúrgico é margem. Quer ver o mapa de preços da sua carteira? Fale com a ZyTEC.